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domingo, 7 de outubro de 2012

O Relâmpago Catatumbo

Relâmpago Catatumbo à noite.
O Relâmpago Catatumbo (em espanhol Relámpago del Catatumbo) é um fenômeno atmosférico da Venezuela. Ocorre estritamente em uma área localizada sobre a foz do rio Catatumbo onde ele deságua no Lago de Maracaibo. A luminosidade dos relâmpagos pode ser vista por vários quilômetros de distância e é usada como um farol natural há séculos, sendo conhecida como “Farol de Maracaíbo”.
Este fenômeno origina-se de uma massa de nuvens de tempestade que cria um arco voltaico em mais de 5 km de altura, durante 140-160 noites por ano, 10 horas por dia e até 280 vezes por hora. A confluência de ventos frios vindos dos Andes e ar úmido e quente que sobe do terreno pantanoso do Lago Maracaíbo pode ser o fator que contribui para este fenômeno único.
A região também é considerada um dos maiores geradores de ozônio do mundo. A decomposição de matéria orgânica no lago e região pode ainda gerar uma alta concentração de metano na atmosfera conferindo uma importância ecológica ainda maior pela interação deste com a alta incidência de descargas elétricas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Tempestade na África vista do espaço


Este vídeo foi feito pela tripulação da Expedição 30 a bordo da Estação Espacial Internacional. A seqüência de imagens foi tirada 29 de dezembro de 2011 20:55:05-21:14:09 GMT, em uma passagem de sobre a África central, perto do sudeste de Níger, ao sul do Oceano Índico, a sudeste de Madagascar. A passagem total é sobre o sul da África até o oceano, com foco dos relâmpagos das tempestades locais e da Via Láctea erguendo-se sobre o horizonte.
A Via Láctea pode ser notada como uma faixa nebulosa de luz branca no início do vídeo. A passagem continua a sudeste em direção ao Canal de Moçambique e Madagascar. O Cometa Lovejoy pode ser visto muito levemente perto da Via Láctea. A passagem termina enquanto o sol está nascendo sobre o mar escuro.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=GxH3Pnknhps

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Coleção de livros da FFLCH Edições

Uma coleção gratuita de livros que realmente vale a pena dar uma conferida. Os livros estão dispostos para download (todos em pdf). Conforme a FFLCH "Uma leitura crítica destas obras revela a potência não só para o desvendamento do mundo moderno, como permitem atualizar a utopia."

Alguns títulos interessantes:
O Espaço Urbano de Ana Fani Alessandri Carlos, Modo Capitalista de Produção, Agricultura e Reforma Agrária de Ariovaldo Umbelino de Oliveira, O lugar no/do mundo de Ana Fani Alessandri Carlos, A Construção do Patrimônio Natural de Simone Scifoni e Ecoturismo: uma indústria sem chaminé de Paola Verri de Santana.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Livro Geossistemas

A sétima edição é a primeira a ser traduzida em em português do Brasil. Em suma o livro define toda a geografia física oferecendo o que há de mais atual na organização dos sistemas da Terra. Cobre tópicos, como: sistemas atmosfera-energia, água, clima e sistema meteorológico, a interface terra-atmosfera, solos, ecossistemas e biomas, e oferece uma integração única da relação Humanos-Terra. Desde a primeira página, o estudante é atraído para a fascinante  geografia física contemporânea e para o desafio de explorar o planeta Terra. É também utilizado imagens de satélite e de sensoriamento remoto detalhadas, informação estatística, excelente cartografia e fotografias, o livro oferece uma forma única de estudar a geografia física!

Autor: Robert W. Christopherson
Detalhes: Grupo A

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Buraco na camada de ozônio no Ártico

Buraco foi causado por um período prolongado de temperaturas extremamente baixas na estratosfera.  Um estudo liderado pela Nasa documentou uma diminuição sem precedentes da camada de ozônio no Ártico, no inverno e na primavera passados, causada por um período prolongado de temperaturas extremamente baixas na estratosfera. O estudo, publicado online domingo, 2 de outubro, na revista Nature, mostra que a quantidade de ozônio destruída no Ártico em 2011 foi comparável à observada há alguns anos, na Antártida, onde um buraco na camada de ozônio se forma a cada primavera desde meados dos anos 1980. Para investigar a perda de ozônio no Ártico em 2011, cientistas de 19 instituições em nove países (Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Canadá, Rússia, Finlândia, Dinamarca, Japão e Espanha) analisaram um conjunto abrangente de dados. Os cientistas descobriram que em algumas altitudes o período de frio no Ártico durou 30 dias a mais em 2011 do que em qualquer inverno ártico previamente estudado, levando à perda de ozônio sem precedentes. A camada de ozônio estratosférica, que fica de 15 a 35 quilômetros acima da superfície, protege a vida na Terra dos raios solares ultravioleta.