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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Coleção de livros da FFLCH Edições

Uma coleção gratuita de livros que realmente vale a pena dar uma conferida. Os livros estão dispostos para download (todos em pdf). Conforme a FFLCH "Uma leitura crítica destas obras revela a potência não só para o desvendamento do mundo moderno, como permitem atualizar a utopia."

Alguns títulos interessantes:
O Espaço Urbano de Ana Fani Alessandri Carlos, Modo Capitalista de Produção, Agricultura e Reforma Agrária de Ariovaldo Umbelino de Oliveira, O lugar no/do mundo de Ana Fani Alessandri Carlos, A Construção do Patrimônio Natural de Simone Scifoni e Ecoturismo: uma indústria sem chaminé de Paola Verri de Santana.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Uma nova forma de capitalismo

Começa a surgir uma nova era no capitalismo: o coop-capitalismo, uma forma mais cooperativa de encarar o mundo. Pelo menos é o que diz Noreena Hertz, uma das maiores teóricas desse assunto. Ela é uma influente economista inglesa, que preconiza urna mudança no pensamento econômico, depois da última crise financeira: o início de uma nova era econômico-política com uma cara mais humana. Uma mudança demorada, mas irreversível.
Noreena já foi consultora de muitos governos e hoje dirige o Centro para Negócios Internacionais da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Nos seus estudos, ela mistura economia, sociologia, antropologia e ciências comportamentais.
Já publicou vários livros, entre os quais A conquista silenciosa, onde criticava os superpoderes das multinacionais e O planeta em débito, onde defendia uma reforma no Banco Mundial e FMI e previa a crise que aconteceu.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

A força dos países emergentes na economia mundial

Em 2001, o economista Jim O´Neil, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs, realizou o estudo “Building Better Global Economic Brics” (“Construindo uma melhor economomia global Brics”, em tradução livre), em que se destacaram os países que compõem o bloco (Brasil, Rússia, Índia, China e, desde meados de abril, também a África do Sul), devido ao papel de destaque que apresentam no cenário mundial, por conta do rápido desenvolvimento de suas economias. De acordo com a pesquisa, o potencial econômico desses países pode transformá-los nas quatro economias dominantes do mundo, até 2050 (a avaliação foi feita antes do ingresso da África do Sul no bloco).

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Diferença entre êxodo e migração

Êxodo quer dizer: emigração de todo um povo ou saída de pessoas em massa, como, por exemplo, o êxodo dos judeus ou o êxodo rural. A palavra êxodo vem do grego éksodos, ou, "passagem, saída; marcha, partida; expedição militar; procissão, cortejo, pompa", pelo latim exŏdus, "a saída dos hebreus do Egito; livro bíblico que trata desse assunto".
Quanto a migração, trata-se de movimentação de entrada (imigração) ou saída (emigração) de indivíduo ou grupo de indivíduos, geralmente em busca de melhores condições de vida. Essa movimentação pode ser entre países diferentes ou dentro de um mesmo país. Este termo vem do latim migratĭo,ōnis, "passagem de um lugar para outro, emigração".

quinta-feira, 10 de março de 2011

O que é liberalismo econômico (a teoria e a prática)

A escola liberal teve origem na Inglaterra, a partir do século XVIII, adentrando o XX.
Segundo o liberalismo, o homem é livre para produzir e negociar. O Estado não deve intervir na economia.
Os três princípios clássicos do liberalismo são:
1. Existe, na vida econômica, uma ordem natural que se estabelece na sociedade de forma espontânea, desde que os homens sejam livres para agir e defender seus interesses.
2. A ordem natural é a mais favorável para a prosperidade dos homens e das nações; está acima de qualquer intervenção que o Estado possa realizar na vida econômica.
3. Não há antagonismo mas harmonia entre os interesses individuais e o interesse geral da sociedade. A harmonia econômica é a própria essência da ordem natural.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Revolução no Mundo Árabe: Entenda os Motivos

São vários os motivos que estão levando o Mundo Árabe a cair, mas esse processo histórico que estamos vendo é inevitável. Conheça os principais motivos dos disturbios no Mundo Árabe.

Maomé e as Origens do Mundo Árabe
Embora os Árabes sempre fossem um povo numeroso e distribuido por uma grande extensão do mundo, o Mundo Árabe como nós conhecemos só passou a ser construido pela liderança do profeta Maomé.
Maomé um homem muito sábio e inteligente, nasceu na Peninsula Arábica (coração do Mundo Árabe) no ano de 570, vindo de uma rica família de comerciantes, além de Profeta ele também foi um político muito hábil, convencendo e unificando todo o povo Árabe da sua região.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A América Latina, o Brasil e a Guerra Fria

Alguns meses antes da rendição da Alemanha, os Estados Unidos apressaram-se em contatar os países latino-americanos, com o objetivo de mantê-los sob sua área de influência.
Em 3 de março de 1945, representantes dos países latino-americanos e dos Estados Unidos assinaram, na Cidade do México, a Ata de Chapultepec, um documento que nada mais era senão a ampliação da Doutrina Monroe de 1823.
A Ata de Chapultepec estabeleceu que "qualquer ataque ao território ou à soberania dê qualquer país americano será revidado pelas forças conjuntas de todos".

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O islamismo e as seitas xiita e sunita

O islamismo ou religião muçulmana, denominado ainda "maometismo", foi fundado no século VII por um profeta árabe de nome Mohammad (Maomé), que é considerado, pelos muçulmanos, o enviado de Deus ou o único profeta de Alá.
É uma religião monoteísta, como o cristianismo e o judaísmo. O livro sagrado do islamismo é o Alcorão, onde se encontram os dogmas, ou seja, os pontos fundamentais e indiscutíveis da religião islâmica. O Alcorão orienta os seguidores do Islã e traz normas ou regras morais e de conduta bastante rígidas. Crimes como o adultério e o roubo devem ser punidos com a morte, ou com a amputação das mãos de quem os praticou.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Um planeta ainda repleto de ditaduras

As manifestações no mundo árabe colocaram em evidência países que, apesar do verniz das eleições, são, na prática, ditaduras - caso da Tunísia e do Egito.
Em muitos casos, porém, definir o que é uma ditadura não é tão fácil quanto parece.
A ideologia, especialmente, tem um papel importante nisso. Os EUA, por exemplo, que têm no Egito um forte aliado, não chamam Hosni Muharak de ditador. Ao mesmo tempo, muitos em Washington consideram a Venezuela do presidente esquerdista e antiamericano Hugo Chávez uma ditadura.
Ideologias à parte, a ciência política estabelece critérios que ajudam a definir o nível de democracia de um país. De acordo com o cientista político e professor da PUCRS Hermílio dos Santos, o fato de não ser uma ditadura não torna um país uma democracia.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Superpopulação mundial

O planeta próximo dos 7 bilhões de habitantes
Imagine um placar que se movimenta ao ritmo de um cronômetro. No final da noite de sexta feira, ele apontava 6.895.016.513: é o número de pessoas que vivem na Terra.
Prestes a alcançar 7 bilhões (entre este ano e 2012), a cifra chama a atenção para a superpopulação mundial.
A estimativa acima é do censo americano, segundo o qual a população chegará a 7 bilhões só em 2012. A equação: cinco pessoas nascem por segundo, enquanto outras duas morrem. O planeta tem 432 mil novos habitantes a cada 24 horas.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Expressões "esquerda" e "direita" na política

"Esquerda" se refere ao conjunto de indivíduos ou grupos políticos partidários de uma reforma radical na sociedade que, no nosso século, se traduziu como o desejo de uma revolução socialista. Esse termo surgiu na época da Revolução Francesa (1789), pois na Assembléia Nacional francesa os representantes do terceiro estado (a burguesia e o povo, que exigiam mudanças políticas, econômicas e sociais) sentavam-se à direita. Assim o termo "esquerda" passou a designar as pessoas que desejam e lutam por mudanças sociais, políticas e econômicas, em oposição a "direita", designativo daqueles que defendem a permanência da ordem social vigente.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Movimetos Migratórios

Os movimentos migratórios são caracterizados por dois aspectos principais: a saída, também denominada emigrações, e a entrada, denominada imigração. Usualmente são divididos em movimentos externos (entre paises ou continentes) e internos no (interior do país).

Externos
As décadas finais do século XX foram marcadas pela intensificação dos movimentos migratórios entre países e entre continentes. A ONU calcula que em 2000, 175 milhões de pessoas viviam fora da terra natal, em torno de 3% da população do planeta. Os princiapis motivos destas migrações foram as desigualdades sociais, econômicas, culturais e geopoliticas entre várias regioes do mundo, provocadas pela globalização, e uma série de conflitos localizados.