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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Earthquake 3D


Com o Earthquake 3D é possível monitorar terremotos ao redor do mundo em uma visualização onde é possível girar, dar zoom e controlar como os terremotos e o planeta Terra são mostrados. Os dados a serem exibidos podem ser selecionados até os últimos sete dias de atividades sismicas do mundo.
Nas configurações é possivel filtrar os terremotos por intensidade e tempo. Os terremotos são mostrados em tempo quase real utilizando os mais recentes dados do USGS através da Internet.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Infraestrutura para monitoramento da ionosfera na América do Sul

A infraestrutura para monitoramento da ionosfera na América do Sul será discutida em fevereiro no INPE. 
Estão abertas as inscrições gratuitas para o workshop do projeto Monitoring Ionosphere Over South America (MIMOSA), que acontece em 26 de fevereiro no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP). Com o apoio da Agência Espacial Europeia (ESA), o projeto MIMOSA mapeará sistemas e instalações existentes na América do Sul para o monitoramento da ionosfera. 
“Haverá pesquisa e busca de competências para levantar a infraestrutura atual e estabelecer como esta pode ser integrada a futuras novas instalações, para efetivamente apoiar ou ampliar as atividades em clima espacial relacionadas a operações GNSS (sistemas globais de navegação por satélites)”, informa a pesquisadora Emilia Correia, do INPE, sobre o MIMOSA.

Desertificação

domingo, 14 de outubro de 2012

Material do Projeto RADAM

O Projeto RADAM, ou Projeto RADAMBRASIL, foi responsável, nos anos 70 e 80, pelo levantamento dos recursos naturais de todo o território brasileiro, 8.514.215 km2.  A equipe que realizou este levantamento e todo o acervo técnico encontram-se, atualmente, incorporados ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
São 38 Volumes, destes 38, 34 Volumes (de 1 a 34) foram publicados em meio convencional (papel), no período compreendido entre os anos de 1973 e 1987. Estes mesmos 34 volumes foram relançados em meio digital, no final do ano de 2003, através de CD-Rom, sendo 1 CD para cada um dos Volumes.

Informações sobre o projeto RADAM (Site de antigos funcionários)
Download das publicações (Biblioteca do IBGE)

domingo, 7 de outubro de 2012

O Relâmpago Catatumbo

Relâmpago Catatumbo à noite.
O Relâmpago Catatumbo (em espanhol Relámpago del Catatumbo) é um fenômeno atmosférico da Venezuela. Ocorre estritamente em uma área localizada sobre a foz do rio Catatumbo onde ele deságua no Lago de Maracaibo. A luminosidade dos relâmpagos pode ser vista por vários quilômetros de distância e é usada como um farol natural há séculos, sendo conhecida como “Farol de Maracaíbo”.
Este fenômeno origina-se de uma massa de nuvens de tempestade que cria um arco voltaico em mais de 5 km de altura, durante 140-160 noites por ano, 10 horas por dia e até 280 vezes por hora. A confluência de ventos frios vindos dos Andes e ar úmido e quente que sobe do terreno pantanoso do Lago Maracaíbo pode ser o fator que contribui para este fenômeno único.
A região também é considerada um dos maiores geradores de ozônio do mundo. A decomposição de matéria orgânica no lago e região pode ainda gerar uma alta concentração de metano na atmosfera conferindo uma importância ecológica ainda maior pela interação deste com a alta incidência de descargas elétricas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Tempestade na África vista do espaço


Este vídeo foi feito pela tripulação da Expedição 30 a bordo da Estação Espacial Internacional. A seqüência de imagens foi tirada 29 de dezembro de 2011 20:55:05-21:14:09 GMT, em uma passagem de sobre a África central, perto do sudeste de Níger, ao sul do Oceano Índico, a sudeste de Madagascar. A passagem total é sobre o sul da África até o oceano, com foco dos relâmpagos das tempestades locais e da Via Láctea erguendo-se sobre o horizonte.
A Via Láctea pode ser notada como uma faixa nebulosa de luz branca no início do vídeo. A passagem continua a sudeste em direção ao Canal de Moçambique e Madagascar. O Cometa Lovejoy pode ser visto muito levemente perto da Via Láctea. A passagem termina enquanto o sol está nascendo sobre o mar escuro.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=GxH3Pnknhps

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Coleção de livros da FFLCH Edições

Uma coleção gratuita de livros que realmente vale a pena dar uma conferida. Os livros estão dispostos para download (todos em pdf). Conforme a FFLCH "Uma leitura crítica destas obras revela a potência não só para o desvendamento do mundo moderno, como permitem atualizar a utopia."

Alguns títulos interessantes:
O Espaço Urbano de Ana Fani Alessandri Carlos, Modo Capitalista de Produção, Agricultura e Reforma Agrária de Ariovaldo Umbelino de Oliveira, O lugar no/do mundo de Ana Fani Alessandri Carlos, A Construção do Patrimônio Natural de Simone Scifoni e Ecoturismo: uma indústria sem chaminé de Paola Verri de Santana.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Livro Geossistemas

A sétima edição é a primeira a ser traduzida em em português do Brasil. Em suma o livro define toda a geografia física oferecendo o que há de mais atual na organização dos sistemas da Terra. Cobre tópicos, como: sistemas atmosfera-energia, água, clima e sistema meteorológico, a interface terra-atmosfera, solos, ecossistemas e biomas, e oferece uma integração única da relação Humanos-Terra. Desde a primeira página, o estudante é atraído para a fascinante  geografia física contemporânea e para o desafio de explorar o planeta Terra. É também utilizado imagens de satélite e de sensoriamento remoto detalhadas, informação estatística, excelente cartografia e fotografias, o livro oferece uma forma única de estudar a geografia física!

Autor: Robert W. Christopherson
Detalhes: Grupo A

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Buraco na camada de ozônio no Ártico

Buraco foi causado por um período prolongado de temperaturas extremamente baixas na estratosfera.  Um estudo liderado pela Nasa documentou uma diminuição sem precedentes da camada de ozônio no Ártico, no inverno e na primavera passados, causada por um período prolongado de temperaturas extremamente baixas na estratosfera. O estudo, publicado online domingo, 2 de outubro, na revista Nature, mostra que a quantidade de ozônio destruída no Ártico em 2011 foi comparável à observada há alguns anos, na Antártida, onde um buraco na camada de ozônio se forma a cada primavera desde meados dos anos 1980. Para investigar a perda de ozônio no Ártico em 2011, cientistas de 19 instituições em nove países (Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Canadá, Rússia, Finlândia, Dinamarca, Japão e Espanha) analisaram um conjunto abrangente de dados. Os cientistas descobriram que em algumas altitudes o período de frio no Ártico durou 30 dias a mais em 2011 do que em qualquer inverno ártico previamente estudado, levando à perda de ozônio sem precedentes. A camada de ozônio estratosférica, que fica de 15 a 35 quilômetros acima da superfície, protege a vida na Terra dos raios solares ultravioleta.

sábado, 10 de setembro de 2011

As camadas da Terra

O planeta Terra é constituído por diversos setores ou ambientes, alguns dos quais permitem acesso direto, como a atmosfera, a hidrosfera (incluindo rios, lagos, águas subterrâneas e geleiras), a biosfera (conjunto dos seres vivos) e a superfície da parte rochosa.
O aumento da temperatura no interior da Terra em 1° C a cada 33 metros de profundidade nas camadas superficiais é chamado de grau geotérmico. No entanto, a temperatura não continua a aumentar nessa proporção até o centro da Terra, a 6.400 km. Calcula-se que no interior da Terra a temperatura chegue a 4.000° C. Também por este motivo, os estudos diretos sobre a constituição interior da Terra ainda são pouco significativos. Para termos um parâmetro, as perfurações de poços de petróleo atingem, em média, cerca de 10 km de profundidade. Uma profundidade pouco reveladora em relação aos 6.400 km que separam a superfície do centro do núcleo terrestre.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Série - Espaçonave Terra

Espaçonave Terra (Tous Sur Orbite, no original francês) é uma série de televisão produzida na França em 1996 cuja proposta é de, através de animação computadorizada, acompanhar a trajetória do planeta Terra durante uma translação ao longo das 52 semanas de um ano terrestre. Relacionando movimentos celestes com o nosso dia-a-dias são estudadas, por exemplo, a relação da luz solar com as estações do ano e a relação das fases da lua com o fenômeno das marés. No Brasil, a série é exibida pela TV Escola. Em 2004, a série foi lançada em DVD atualizados, na França.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Uma nova forma de capitalismo

Começa a surgir uma nova era no capitalismo: o coop-capitalismo, uma forma mais cooperativa de encarar o mundo. Pelo menos é o que diz Noreena Hertz, uma das maiores teóricas desse assunto. Ela é uma influente economista inglesa, que preconiza urna mudança no pensamento econômico, depois da última crise financeira: o início de uma nova era econômico-política com uma cara mais humana. Uma mudança demorada, mas irreversível.
Noreena já foi consultora de muitos governos e hoje dirige o Centro para Negócios Internacionais da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Nos seus estudos, ela mistura economia, sociologia, antropologia e ciências comportamentais.
Já publicou vários livros, entre os quais A conquista silenciosa, onde criticava os superpoderes das multinacionais e O planeta em débito, onde defendia uma reforma no Banco Mundial e FMI e previa a crise que aconteceu.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

A força dos países emergentes na economia mundial

Em 2001, o economista Jim O´Neil, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs, realizou o estudo “Building Better Global Economic Brics” (“Construindo uma melhor economomia global Brics”, em tradução livre), em que se destacaram os países que compõem o bloco (Brasil, Rússia, Índia, China e, desde meados de abril, também a África do Sul), devido ao papel de destaque que apresentam no cenário mundial, por conta do rápido desenvolvimento de suas economias. De acordo com a pesquisa, o potencial econômico desses países pode transformá-los nas quatro economias dominantes do mundo, até 2050 (a avaliação foi feita antes do ingresso da África do Sul no bloco).